A nova cara da garrafinha de água

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Publicada em Zero Hora, no caderno Nosso Mundo Sustentável, a nova garrafinha de água, Bobble, promete ser a nova cara da inovação para a nossa rotina. O que a difere das suas companheiras é um filtro de carbono que está acoplado em seu interior, podendo ser abastecida com água da torneira.


Fonte: ClicRbs - Nosso Mundo Sustentável

Alguns argumentos dos criadores da Bobble:
- Os americanos gastam US$ 17 bilhões ao ano para saciar sua sede de água potável;
- A cada ano, aproximadamente 1,5 milhão de barris de óleo são utilizados para fabricar garrafas de plástico;
- E muitas delas são descartadas e acabam em aterros, oceanos, lixos e calçadas.
Mais informações : Waterbobble

Porém, somente essa simples atitude não condiciona a um futuro sustentável, ainda são precisas mobilizações de cada um, pois o futuro está cada vez mais próximo. E é desse jeito que você pretende deixá-lo para uma geração futura? Se não:

Vamos mudar essa realidade?
Pare. Reflita. Mude. Porque o planeta também é SEU.

Postado por: Jéssica Savi

3 passos para você mudar de atitude

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1º passo: Abra o seguinte link: http://www.youtube.com/watch?v=3PoJoleUbIs
Obs. Se caso não conseguir abri-lo, vá até o YouTube e procure: A destruição da natureza pelo homem, de Celina Müller;

2º passo: Veja o vídeo;

3º passo: Abre sua biblioteca de música e escolha a mais lenta e suave que você tenha. Então, após ver o vídeo, pare e pense a respeito do que viu e faça as seguintes perguntas a si mesmo:

- O QUE VOCÊ E O RESTO DO MUNDO ESTÃO FAZENDO PARA QUE ISSO NÃO OCORRA MAIS?
- OU ENTÃO, QUAIS ATITUDES VOCÊ ESTÁ TOMANDO PARA QUEM O PLANETA DEIXE DE EXISTIR? SE AS DESCOBRIR, FAÇA VALER SUA HUMANIDADE E MUDE ESSA REALIDADE.

Se conseguir ao menos um simples ato de benevolência para com o SEU mundo, sinta-se um grande merecedor do que a natureza lhe oferece a cada dia.
E não se esqueça nem por um segundo, de que um dia seus filhos e netos viverão nesse mundo que você ajudou a construir, independentemente de como ele esteja. Se fizer a sua parte, com toda a certeza, o planeta que deixará para eles será muito diferente do qual você vive.


Fica a dica: Pare. Reflita. Mude. Porque o planeta também é SEU.

Postado por: Jéssica Savi
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Viemos por meio deste post, mostrar um trabalho que uniu alunos do terceiro e do primeiro ano do Ensino Médio. O projeto dos alunos do primeiro ano é o de divulgar, por meio de cartazes, que ainda há esperança para árvores cortadas, trazendo de volta os biomas destruídos pelo se humano. Assim, ao juntas ambos projetos, temos por objetivo conscientizar sobre a importância do nosso ecossistema e como ele pode ajudar a reduzir fatores maléficos que parecem irreversíveis.

Alguém duvida?

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ou mais cedo :~
postago por: Eduarda de Lima Esquinsani.

Temperatura crítica

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O clima da Terra já passou por mudanças radicais. Entre os diversos períodos de glaciação, as temperaturas foram de um extremo a outro, remodelando continentes inteiros e varrendo milhares de espécies animais e vegetais. Do ponto de vista do planeta, portanto, o aquecimento global que observamos hoje beira o irrelevante. Mas, para uma espécie em particular, o Homo sapiens, isso tem um significado marcante: ele é o único que pode reverter a situação – pela qual, em grande parte, é responsável.
A temperatura média do planeta subiu 0,6 grau Celsius desde 1861, época das primeiras medições com termômetro. Parece pouco, mas essa “febre” já fez com que, ao longo do século 20, geleiras derretessem o bastante para elevar o nível do mar em até 15 centímetros. Os recifes de coral, hábitat de 65% das espécies de peixes do planeta, estão se transformando em um amontoado cinzento de rocha sem vida. Animais como o urso polar e o pingüim-de-magalhães tiveram suas rotas de migração afetadas. “Se o aquecimento global continuar, provavelmente nenhum ecossistema do mundo estará a salvo”, garante Lester Brown, diretor do Worldwatch Institute, uma das mais importantes e respeitadas instituições ambientais do mundo .
Uma parte da responsabilidade pelo aquecimento pode ser creditada a causas naturais, como atividade vulcânica e incêndios espontâneos nas florestas. “Não se sabe ao certo até que ponto a ação humana pode afetar o ciclo natural do planeta”, diz José Marengo, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Mas a maioria dos cientistas, inclusive os renomados que participaram do último relatório do Painel Intergovernamental da ONU sobre mudanças climáticas, não hesita em apontar o ser humano como responsável pelas assombrosas mudanças no clima.

Pode-se dizer que mais uma vez o homem é um dos principais responsáveis pelas mortes dos nossos amados pinguins, ursos polares, dentre outras espécies e é triste constatar que é principalmente por ganancia, diverção, e não por sobrevivencia.
Postado por Eduarda de Lima Esquinsani.